FAMOSOS QUE COMETERAM SUICÍDIO

O ciclo da vida nunca pára. Quase que de modo diretamente proporcional, a vida vai se desenvolvendo continuamente com seus estágios que passam do nascimento, crescimento, reprodução e morte. Aliás, esse último item é uma das poucas certezas que temos. No final das contas do pó viemos e ao pó voltaremos, só que muitas pessoas de certo modo optam por fugir de algum problema, ou por alguma doença, depressão e coisas do tipo e automaticamente alteram esse andamento natural dos ciclos da vida, dando um fim na sua própria existência física.

Essa prática é muito mais comum no ‘ showbiz ’ do que você imagina! Abaixo iremos listar algumas entre inúmeras personalidades que por seu próprio motivo pessoal, optaram por cometer suicídio e deixaram suas respectivas legiões de fãs e admiradores desolados. Quer ver? Então confira: ai:

Heath Ledger (1979 – 2008)

Abrimos nosso singelo apanhado de famosos que atentaram contra a vida, com o eterno coringa, Heath Ledger. O ator deu fim a sua existência ingerindo mais de sete tipos de medicamentos diferentes de uma só vez, o que ocasionou uma intoxicação aguda extremamente grave. O ator sofria de uma depressão, além de problemas de insonia e ansiedade excessiva.

Ingo Schwichtenberg (1965 – 1995)

O baterista da banda de heavy metal Helloween começou a ter problemas de esquizofrenia e de depressão provenientes da ingestão excessiva de bebidas alcoólicas e drogas, o que de acordo com os outros membros remanescentes da banda na época, ajudaram a culminar no suicídio do musicista. Ingo resolveu tirar sua vida na estação de Friedrichsberg, na cidade alemã de Hamburgo, ao se jogar nas carruagens de lá.

Kurt Cobain (1967 – 1994)

Kurt Cobain era o líder do Nirvana. E cometeu o suicidou com um tiro na cabeça. Uma grande perda que assolou o mundo da música no ano de 1994. O eterno vocalista do Nirvana, um dos maiores propagadores da música grunge, sofria depressão profunda e era usuário assíduo de drogas pesadas, entre elas a heroína.

Marilyn Monroe (1926 – 1962)

Marilyn Monroe , ícone máximo do fim da década de 50 e 60, musa inspiradora até mesmo de movimentos culturais e artísticos como a pop – art, ícone fashion , mulher de Hollywood referência para todas as mulheres de sua época, morreu aos 36 anos de idade. Resolveu por fim a sua vida ao tomar uma dose muito alta de barbitúricos no triste verão de 1962.

Ruslana Korshunova (1987 – 2008)

Ao atirar-se de um prédio de Manhattan, em Nova Iork a modelo russa Ruslana Korshunova , aparentemente não encontrava mais sentidos para a sua existência. E no alto de seus 20 aninhos, a bela modelo atentou contra sua vida prematuramente. Korshunova foi enterrada em Moscou, capital russa.

Anna Nicole Smith (1967 – 2007)

Anna Nicole Smith , uma das mais famosas coelhinhas da Playboy, se suicidou aos 39 anos, ao que tudo indica, em consequência de uma overdose de sedativos prescritos.

Alexander McQueen (1969 – 2010)

O estilista famoso internacionalmente e conhecido por suas criações excêntricas e extravagantes, suicidou-se aos 40 anos através de um enforcamento em sua própria casa no dia 11 de fevereiro do ano de 2010, nas vésperas do enterro de sua mãe. Triste!

Leila Lopes (1959 – 2009)

Em dezembro de 2009, a ex-global foi encontrada morta em seu apartamento no bairro do Morumbi. A atriz sofria de depressão e deu fim a sua vida ao ingerir uma quantidade significativa de veneno para rato. Uma de suas atuações de sucesso foi como professora na novela da rede Globo, O Rei do Gado.

Ian Curtis (1956 – 1980)

O vocalista do Joy Division , retirou sua própria vida no ano de 1980 quando o músico tinha apenas 23 anos. Ele era epilético e a rotina lotada dos shows da banda, complicaram ainda mais seu caso clínico. Certo dia ele exagerou nas doses de seus remédios prescritos e foi encontrado enforcado. Triste fim!

Sigmund Freud (1856 – 1939)

Médico austríaco, apontado como o precursor da psicanálise, gostava de apreciar um bom charuto nas suas consultas, um muito mau hábito: ele contraiu um cancro na garganta. Apesar de mais de 30 operações muito dolorosas, ele escolhe a morte ao sofrimento e opta pela eutanásia feita por um médico amigo em 1939 com a idade de 83 anos.

Achille Zavatta (1915 – 1993)

Homem de circo, um palhaço famoso, praticava acrobacias, exercícios de equitação, música (tocava trompete, saxofone e bateria). O artista sofria de infecções renais graves e perda progressiva da visão. Desgastado pelo trabalho e oprimido por dificuldades financeiras devido à empresa, Zavatta torna-se um palhaço triste e vende em 1992 o circo que ele criou em 1978. Em 16 Novembro de 1993, o palhaço Zavatta deu-se um tiro na cabeça a idade de 78 anos, pouco antes do amanhecer, incapaz de suportar a vida com a diálise.

Robin Williams (1951 – 2014)

O ator que fez filmes de sucesso como: “Uma Babá quase perfeita”, “Gênio Indomável” e “Sociedade dos Poetas Mortos” e tinha um carreira grandiosa nos cinemas foi encontrado morto em sua casa. Ele morreu aos 67 anos de idade em 2014 por enforcamento. Muitos acreditam que a principal causa foi a depressão, mas a sua mulher revelou que ele sofria de demência de corpos de Lewy (DCL), doença que causa vários sintomas como aumento exagerado da ansiedade e alucinações.

Nos cinco meses subsequentes à morte do ator, houve 10% mais casos que o esperado para o período. Os pesquisadores que analisaram os efeitos da morte de Williams coletaram dados mensais de suicídios registrados pelo Centro de Controle de Doenças e Prevenção dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) entre 1999 e dezembro de 2015, para verificar se houve alguma alta inesperada em determinado período.

Eles perceberam que 18.690 pessoas tiraram a própria vida entre agosto e dezembro de 2014, quando 16.849 casos eram esperados com base na série histórica. Ou seja, houve 1.841 suicídios a mais que o previsto. O risco potencial de pessoas copiarem personalidades que se suicidam já é conhecido de autoridades de saúde pública. Não é possível dizer com certeza, pela pesquisa, se a morte de Robin Williams foi o que provocou o aumento dos suicídios, mas os fatos parecem ter alguma conexão.

Champignon (1992 – 2005)

O músico da banda Charlie Brown Junior morreu pouco tempo depois que seu amigo e companheiro de banda, Chorão, faleceu devido a uma overdose de cocaína. Ele deu um tiro na sua própria boca e chocou o Brasil inteiro com a notícia da sua morte.

Cory Monteith (1982 – 2013)

O ator canadense foi encontrado morto em um quarto de hotel, no dia 13 de julho de 2013. Ele, que tinha 31 anos e fez sucesso na série ‘Glee’, cometeu suicídio e deixou seus fãs sem entender que aconteceu direito.

Lucy Gordon (1980 – 2009)

A atriz britânica Lucy Gordon (1980 – 2009) foi encontrada morta em seu apartamento dois dias antes de completar 29 anos. Antes de cometer o seu próprio enforcamento, Lucy deixou uma carta escrita à mão sobre como queria dividir seu patrimônio e pediu que US$ 10 mil (R$ 17,7 mil) fossem colocados em um fundo de confiança “para cuidar financeiramente de minha cadela Meelon para o fim de seus dias”. A atriz ficou conhecida por sua participação em filmes como “Honra e coragem – As quatro plumas” (2002), “Bonecas russas” (2005) e “Homem-aranha 3” (2007).

Walmor Chagas (1930 – 2013)

Ator, autor, diretor e com muitas facetas, Walmor era considerado um artista completo. Ele fez mais de 30 novelas em sua carreira vasta. Chagas também teria importância no cinema e no teatro brasileiro, mas em 2013 ele colocou fim à própria vida. O ator deu um tiro na própria cabeça enquanto estava sentado na sala de casa. Ele estaria com uma doença terminal.

Alberto Santos Dumont (1873 – 1932)

Tido no Brasil como o inventor do avião, ele desenvolveu a forma crônica da doença depois que aeronaves começaram a ser utilizadas em bombardeios. Historiadores dizem que, além de depressão, o aviador sofria de esclerose múltipla. Com o agravamento do quadro, ele foi se isolando até que em 1932, enforcou-se com uma gravata em um hotel de São Paulo.

Hannah Bond (1995 – 2008)

Uma menina emo de 13 anos suicidou-se em seu quarto, depois de duas semanas de aderir ao estilo emo. Ela era fã de “My Chemical Romance” e supostamente estava obcecada com o disco “The Black Parade” e com a morte. Começou a se cortar e a encher suas páginas da internet com fotos de garotas com as veias cortadas ou ursinhos rosados pendurados pelo pescoço cheios de sangue. Enforcou-se com uma gravata para impressionar seus amigos. A jovem deixou uma nota suicida na qual empregou o pseudônimo “Desastre vivente”. Ao regressar da casa de um amigo, Hannah Bond disse a seus pais que queria se matar, que lhe responderam “Larga mão de ser boba menina” . A adolescente foi encontrada pendurada em uma beliche uma hora após sua advertência.

Dolores O ’ Riordan (1971 – 2018)

A vocalista do Cranberries – Dolores O’Riordan morreu por overdose no dia 15 de Janeiro de acordo com fonte da Polícia de Londres, segundo publicado no Santa Monica Observer. As autoridades encontraram a droga perto da cama da vocalista de 46 anos. O Fentanil do Acetil é um analgésico do opiáceo de 5 a 15 vezes mais forte do que a heroína. Suspeitas recaem sobre suicídio por overdose deliberada.

Anthony Bourdain (1956 – 2018)

O apresentador de TV norte-americano e chef de cozinha Anthony Bourdain , estrela do programa de culinária e viagem da CNN “Parts Unknown”, se enforcou em um quarto de hotel, no segundo suicídio de uma celebridade norte-americana na mesma semana. Bourdain , que tinha 61 anos, foi encontrado morto em um quarto de hotel em Estrasburgo, na França, onde estava trabalhando em um próximo episódio para seu programa, disse um representante da CNN em comunicado.

Kate Spade (1962 – 2018)

A morte de Bourdain acontece três dias depois da estilista norte-americana Kate Spade (1962 – 2018), que construiu um império da moda com suas bolsas, ter sido encontrada morta em seu apartamento em Nova York, após suicídio. Os índices de suicídio cresceram em quase todos os Estados norte-americanos de 1999 a 2016, de acordo com dados divulgados pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA logo após estes dois casos.

Michael James Marin (1958 – 2012)


Foi um financista americano, advogado, ex- comerciante de Wall Street e milionário. Ele foi julgado por incêndio criminoso e ter incendiado sua própria casa, avaliada em 3,5 milhões de dólares para receber o seguro completo. Audiências judiciais iniciadas em 21 de maio de 2012, o levaram a condenação a décadas de prisão. Logo depois de ouvir a condenação em 28 de junho de 2012 e saber que seria detido imediatamente após a audiência, ele cometeu suicídio no tribunal.

GERAÇÃO ALPHA

O que é a Geração Alpha?

Alpha é um termo usado pelo australiano Mark McCrindle , para designar a nova geração de crianças nascidas a partir de 2010. Esta geração, de acordo com o sociólogo, é determinada por pessoas muito mais independentes e com um potencial muito maior de resolver problemas do que seus pais e avós. O documentário “Alpha: A Nova Geração” apresentado pela marca de papinhas Heinz acompanha um pouco da rotina de famílias para captar esse sentido e mostrar como as gerações relacionam entre si e como lidam com a tecnologia.


Mas o que determina isso? Afinal de contas: o que nos traz a percepção de que os “Alphas ” já fazem parte de uma geração mais inteligente? A palavra é: estímulo. Mesmo que você leia e-books , ouça músicas e assista filmes on demand , a real é que você aprendeu isso ao longo da vida, enquanto esse cenário é completamente natural para o seu filho que já nasceu imerso em toda essa tecnologia e com as facilidades de obter informação.

Temos uma preocupação muito maior em educar nossos filhos em ambientes voltados para o desenvolvimento infantil, trazendo mais estímulos sensoriais. Nós valorizamos brinquedos, livros e dispositivos pensados no aprendizado das crianças. Ainda que os fatores, causas e efeitos da tecnologia neste processo caminhem juntas e não estejam precisamente claros entre si, podemos dizer que ela tem um papel importante no ambiente onde nossas crianças estão inseridas.

O tablet e as telas em geral, por exemplo, já são aliados no desenvolvimento dos pequenos. Com conteúdo adequado, seguro e livre de excessos, os dispositivos tecnológicos podem fazer parte do universo das crianças e devem receber o mesmo acompanhamento dos pais que as outras situações do dia-a-dia. Existem, inclusive, aplicativos focados em estimular o aprendizado infantil que permitem que pais acompanhem de perto a evolução dos filhos.

Menos hierarquia e mais diálogo entre pais e filhos Na educação da Geração Alpha, os pais continuam sendo figuras de autoridade, no entanto existe mais diálogo. As gerações ‘x’ e ‘y’ cresceram numa estrutura familiar e escolar muito mais hierárquica. E neste momento o autoritarismo dessas relações cede lugar para posições cada vez mais efetivas de troca. A tendência na educação escolar, de acordo com o documentário Alpha: a nova geração, é a mudança de sistemas até então mais focados no conteúdo didático para um ensino mais customizado e voltado para o que a criança gosta.


Entendendo as gerações É claro que determinar o passo entre uma geração e outra é muito relativo. Nós somos seres em constante desenvolvimento e evoluímos de acordo com nossas necessidades. É um equívoco engessar gerações por serem de épocas diferentes. O que quero dizer ao falar das características de cada uma é que caminhamos para determinados rumos de acordo com as características mais marcantes de cada fase e trocamos aprendizados entre uma geração e outra.


Evoluir e crescer! É muita ousadia falar em evolução da espécie? Não sei. O que sei é que avós, pais, irmãos, filhos e netos têm muito o que aprender entre si. Tanto no resgate, quanto na reinvenção. E essa relação é o que deve ser levada em consideração na hora de criar e aproveitar as ferramentas tecnológicas que temos, sem perder o que há de mais valioso nas relações humanas e nas relações pessoa-mundo.


FONTE: PlayKids Brasil.

GERAÇÃO Y – MILLENNIALS

Se voc ê assiste TV ou navega na internet, é muito prov á vel que j á tenha visto mais de uma vez o termo “ Millennial ” , ou “ Gera çã o Y ”.

Mas quem seriam os Millennials?

E por que existe essa distinção de gerações?


De acordo com o Centro de Pesquisa Pew , em Washington, nos Estados Unidos, Millennials são as pessoas nascidas entre 1981 e 1996. Isso quer dizer que todo mundo que nasceu nessa janela de 15 anos é igual? Não.

Provavelmente, os mais velhos pensam de maneira bem diferente dos mais jovens em muitos aspectos, mas todos tinham entre 5 e 20 anos quando ocorreram os ataques de 11 de setembro, ou seja, os ataques ou suas consequências aconteceram conforme essas pessoas se tornavam adultas.

Os Millennials também são aqueles que viveram a explosão da internet, passando pela transição de fazer os trabalhos de escola na infância usando uma enciclopédia, para começarem a usar a internet na adolescência ou no começo da vida adulta. E é para isso que a distinção de gerações serve.

Ela ajuda os pesquisadores a delimitar um período em que ocorreram determinados eventos históricos e tecnológicos e a partir disso, compreender como um grupo que cresceu e chegou à maioridade nessa época vê o mundo. Ou seja, acompanhar o desenvolvimento de um grupo que foi moldado por experiências de mundo semelhantes.

A quantidade de anos que abrange uma geração é variável, algumas têm um período de 15-16 anos, outras chegam a quase 20. Sabe-se que a geração pós-1997 praticamente já nasceu conectada à internet e mal se lembra de quando não tinha tal facilidade, porém o centro de pesquisa acredita que ainda seja muito cedo para delimitar um corte de tempo como foi feito recentemente com a Millennial.

AS GERAÇÕES

Como é possível verificar a partir das datas de transição, os períodos em questão são cada vez menores. Verificamos uma diminuição constante no período de cada geração e das gerações de transição. As mais jovens tendem a ser cada vez mais curtas.

E isso se deve à velocidade com que têm ocorrido as mudanças tecnológicas e sociais no mundo atual. Não há um consenso ou datas exatas que determinam essas gerações entre os estudiosos do assunto, então melhor entender essas diferenças do que prender-se a datas.

Grupos de transição das gerações:

  • Geração BBX (1958-1964)
  • Grupo de transição entre Baby Boomers e X
  • Geração XY (1976-1984)
  • Grupo de transição entre a geração X e Y
  • Geração YZ (1995-1999)
  • Grupo de transição entre a geração Y e Z

Classificação brasileira das gerações:

  • Baby Boomers – 1945 – 1964
  • Geração X – 1965 – 1984
  • Geração Y – 1985 – 1999
  • Geração Z – 2000 – Atual

Classificação americana das gerações

  • Baby Boomers – 1945 – 1964
  • Geração X – 1965 – 1979
  • Geração Y – 1980 – 1994
  • Geração Z – 1995 – Atual

Pais e filhos: A análise das gerações é feita de acordo com o uso das tecnologias pelos indivíduos e das relações entre elas e os consumidores. Os aspectos comportamentais, naturalmente, não ficam para trás e também são fundamentais. O Perfil Comportamental de pessoas nascidas no mesmo período, no entanto, é o que determina uma geração.

Referências: Projeto MILLENALS

VOCÊ SABE O QUE É AUTOSSABOTAGEM?

Você é um autossabotador?


A Autossabotagem é algo que acontece a todos os seres humanos em algum momento na vida. É importante desenvolvermos autoconhecimento e termos consciência do que é a autossabotagem para que nos possamos treinar para perceber claramente quando estamos caindo nela. Umas boas partes das pessoas não querem ser autossabotadores, mas outras pessoas obtém certo prazer, ainda que inconsciente, porque acabam por fazer papel de vítima das circunstâncias, e se encaixam no papel de vítima. Isso acaba por ser estranhamente confortável, pois os outros acabam por nos reconfortar, não tendo nós próprios que tratar disso. Por outro lado, a autossabotagem, sendo a repetição de soluções que sempre usamos, é confortável porque não mexe com as nossas estruturas, não nos faz pensar, é uma zona de conforto! Até ao dia em que você se apercebe que é autossabotagem e não se sente satisfeito com a sua vida…

A autossabotagem acontece em qualquer área da nossa vida. A autossabotagem é, no fundo, a repetição dos mesmos padrões, destrutivos, que muitas vezes dizemos que não queremos repetir, porém depois, tornam-se tão automatizados que não nos apercebemos mesmo que esses padrões estejam prejudicando nossa vida. Existem padrões repetitivos que são funcionais, como por exemplo, dirigir. Já se torna um automatismo! E se demorássemos 2 minutos pensando, atrapalharíamos o trânsito. Mas noutros contextos mais complexos, as repetições tornam-se destruidores dos nossos objetivos.

Adaptemos ao nosso trabalho Uma pessoa que estava farta do seu emprego e queria e sempre quis lançar-se noutra área ou montar o seu negócio. Quando chega o desemprego pensa “É agora!”, mas depois, se vê repetindo o comportamento de procurar um contrato de trabalho. Mesmo que consiga o emprego, passado algum tempo, vai começar a pensar de novo que o queria mesmo era lançar-se noutra área e, claro irá desenvolver forte frustração e insatisfação. Quantas pessoas você conhece que estão sempre dizendo “Tenho de mudar de vida! ” ou

“Tenho de ir a academia” e passado alguns dias, já se autossabotou!? Por isso, este é o momento.

Faça agora um breve auto-teste (não adie para amanhã!). Responda para si próprio, SIM ou NÃO, ou registre as suas respostas num papel.

  • Teste:
  • 1 – Você inventa desculpas constantes para não fazer determinada coisa, sobre a qual anda falando há anos!
  • 2 – Você mantém pelo menos 2 ou 3 objetivos/sonhos, que nunca concretiza.
  • 3 – Se analisar atentamente o seu discurso/narrativa, percebe que recorre frequentemente à desculpa da falta de tempo.
  • 4 – Todos os anos, por exemplo, nas resoluções de Ano novo, promete algo a si próprio, com motivação e convicção acreditando que é mesmo desta vez que vai prosseguir, mas os anos passam e nunca cumpre.
  • 5 – Culpabiliza o trabalho, os filhos, os pais, os hobbies ou outras áreas da sua vida, por não conseguir realizar o que realmente quer. 6 – Você sente frequentemente um sentimento de arrependimento profundo, por tudo o que não fez e por todas as oportunidades que não agarrou.
  • 7 – Recorre frequentemente a narrativas negativistas, como por exemplo, “Agora já não dá”, “Já não tenho idade para isso”, “agora é quase impossível” , “já não vale a pena tentar”, “Já não sou capaz”, etc.
  • Se você respondeu que SIM, a mais de quatro respostas, você é um autossabotador crônico. Se você respondeu que sim a quatro ou menos perguntas, então você pode estar no caminho de se tornar um autossabotador. Se você respondeu que SIM, apenas a uma ou zero das perguntas, então você não é um autossabotador (mas, analise bem a pergunta à qual respondeu que SIM, e reflita sobre ela)!

Vamos interagir! Diga-nos qual foi o seu resultado aqui nos comentários. Vamos, coragem!

EDUCAÇÃO PAUTADA EM PILARES

Segundo a Unesco, a Educação está embasada em 4 Pilares:

Aprender a SER

Aprender a CONVIVER

Aprender a CONHECER

Aprender a FAZER

E não parece ser por acaso que SER e CONVIVER estão à frente de Conhecer e Fazer.

É definitivo que o mundo vê nos jovens a mudança que se busca diariamente, assim como é ponto pacífico que isso só poderá ser proporcionado através da Educação.

Desde 2016 no Brasil falamos de Competências Socioemocionais:

As Competências Socioemocionais incluem um conjunto de habilidades que cada pessoa tem para lidar com as suas próprias emoções, relacionar-se com os outros e gerenciar objetivos de vida, como autoconhecimento, colaboração e resolução de problemas. Essas competências são utilizadas cotidianamente nas diversas situações da vida e integram o processo de cada um para aprender a conhecer, aprender a conviver, aprender a trabalhar e aprender a ser. Ou seja, fazem parte da formação integral e do desenvolvimento de todos. Fonte.

Juntamente com o Instituto Ayrton Senna, o Estado de São Paulo a partir de 2018 está trabalhando com um projeto piloto, vislumbrando uma revolução no ambiente educacional.

Essa ideia nasceu em 2016 no Fórum Internacional promovido pelo Ministério da Educação – MEC, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Instituto Ayrton Senna. Nesse evento foi lançando um programa de formação de pesquisadores e professores no campo das Competências não Cognitivas para estimular o debate sobre as competências socioemocionais. Fonte.

O fato é, que desde 2016 o nosso país “acordou” para dar atenção, fixar os olhos e ouvir atentamente o “grito” silencioso de socorro de milhares de jovens perdidos, humilhados, não aceitos, depressivos e cada vez menos conhecedores das suas próprias capacidades, talentos e competências. Sabem mais sobre como passar na próxima fase do jogo virtual, do que passar de fase no “jogo da vida”, são bem preparados para tirar 10 na próxima prova, do que tirar 10 na “prova da vida”.

E foi exatamente pela percepção de Competências Cognitivas e não Cognitivas que a Line Coaching lançou o ‘FINDLINE EDUCACIONAL’ – Programa de Análise Comportamental e Inteligência Emocional,  certificado como inovador pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos, é uma empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas), pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e também validado pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), USP (Universidade de São Paulo) e FUNDEP (Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) é uma entidade de direito privado que, desde 1975, presta serviços à sociedade na gestão de recursos de projetos de interesse público ou coletivo e apoia a Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG). 

O programa oferecerá para instituições de ensino informações importantíssimas sobre as habilidades socioemocionais do aluno.

Em menos de 7 minutos, o FINDLINE entrega mais de 50 informações, capaz de traduzir o silêncio dos que não falam e a agitação que existe dentro dos processos comportamentais de quem não se conhece por completo.

Apresentamos aos pais, professores, diretores, coordenadores, alunos e afins uma revolução no modo de avaliação e autoconhecimento, através de uma métrica com mais de 97% de assertividade, ou seja, desenvolvemos e antecipamos a capacidade não só de identificar, qualificar e compreender os jovens, mas um projeto que ganha voz, que prevê doenças emocionais, muitas com consequências lamentáveis e irreparáveis.

O FINDLINE está apto para ensinar, treinar e capacitar o corpo docente, discente, pais e tutores, para conversarem entre si de forma harmoniosa, entendendo o indivíduo de forma única, clara e descomplicada.

EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21

Mais exercícios, repetição e testes podem até resultar em uma nota maior, mas não prepararão o aluno de forma integral e muito menos darão conta de desenvolver todas as competências que ele necessita para enfrentar os desafios do século 21. Enquanto o mundo abre espaço e cobra que os jovens sejam protagonistas do seu próprio desenvolvimento e de suas comunidades, o ensino tradicional ainda responde com modelos criados para atender demandas antigas. A realidade é que o ser humano é definitivamente complexo e para desenvolvê-lo de maneira completa, é necessário incorporar estratégias de aprendizagem mais flexíveis e abrangentes.

Uma das saídas para reconectar o indivíduo ao mundo onde vive, passa pelo desenvolvimento de Competências Socioemocionais. Nesse processo, tanto crianças como adultos aprendem a colocar em prática as melhores atitudes e habilidades para controlar emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável, entre outros. Uma abordagem como essa pode ajudar, por exemplo, na elaboração de práticas pedagógicas mais justas e eficazes, além de explicar por que crianças de um mesmo meio social vão trilhar um caminho mais positivo na vida, enquanto outras, não.

Longe de ser um modismo, a preocupação com o desenvolvimento dessas características sempre foi objetivo da educação e precisa ser entendido como um processo de formação integral, que não se restringe à transmissão de conteúdos. Então o que muda? Para que consiga alcançar esse propósito, a inclusão de Competências Socioemocionais na educação precisa ser intencional.

“Estamos falando de uma mudança de cultura, de compreensão de vida, do que a gente acredita que é o ser humano, o conhecimento, a aprendizagem e de qual é o papel da escola”, explica Anita Abed, consultora da Unesco (organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura). “O conhecimento em si deve ser amplamente significativo e prazeroso, algo da ordem socioemocional”, diz.

A nova visão não implica em deixar de lado o grupo de competências conhecidas como cognitivas (interpretar, refletir, pensar abstratamente, generalizar aprendizados), até porque elas estão relacionadas estreitamente com as socioemocionais.

Pesquisas revelam que alunos que têm Competências Socioemocionais mais desenvolvidas apresentam maior facilidade de aprender os conteúdos acadêmicos. No livro “Uma questão de caráter” (Intrínseca, 272 pág), o escritor e jornalista americano Paul Tough vai além e coloca que o sucesso no meio universitário não está ligado ao bom desempenho na escola, mas sim à manifestação de características como otimismo, resiliência e rapidez na socialização. O livro ainda explica que Competências Socioemocionais não são inatas e fixas: “elas são habilidades que você pode aprender,  praticar e ensinar”, seja no ambiente escolar ou dentro de casa.

BNCC: O que eu preciso saber?

A BNCC é um documento oficial que orientará os currículos escolares das redes pública e privada do Brasil. A Base traz os conhecimentos essenciais, as competências e habilidades pretendidas para os estudantes em cada etapa da Educação Básica, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio

BNCC não tem pretensão de ser um currículo, mas visa a orientar a construção do currículo pedagógico, inclusive dando abertura a particularidades regionais, sociais e metodológicas de cada escola.

Em poucas palavras, a BNCC define os objetivos da aprendizagem, enquanto o currículo determina como esses objetivos serão atingidos.

Essas informações são importantíssimas para que o representante FINDLINE possa mostrar ao seu prospecto, o quanto nosso programa poderá ajudar a por em prática as competências gerais estabelecidas pela BNCC.

As competências gerais da BNCC e o programa Findline.

A Base Nacional Comum Curricular foi desenvolvida para servir como orientação para o corpo docente de escolas de Ensino Básico, consiste em aprendizagens essenciais expressas em 10 competências gerais, que definem a base educacional norteada de caminhos pedagógicos.

As 10 competências gerais foram definidas e desenvolvidas de forma integrada a partir dos direitos éticos, estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais para a vida no século XXI.

É fundamental o preparo do professor e da equipe didática para o aprofundamento da base, o programa FINDLINE, facilita a compreensão e a aplicabilidade destas competências:

Comunicação e o Findline

Essa competência poderá ser potencializada quando entendermos que o perfil comportamental de cada pessoa está intimamente associado a sua forma de comunicação. Conhecer seu perfil comportamental e os perfis das pessoas que estão a sua volta, potencializam as expressões de ideias, opiniões, emoções, sentimentos e compartilhamento de experiências com diferentes interlocutores.

Projeto de Vida e o Findline

O programa FINDLINE poderá ser um grande aliado para o fortalecimento dessa competência, os índices apresentados darão pistas de como o aluno está no momento diante das dimensões e sub dimensões relacionados a essa competência.

Argumentação e o Findline.

O programa FINDLINE também contribui para o aprimoramento da argumentação, além dos índices, os gráficos de talento e competências, servem como orientações importantes para o aluno potencializar essa competência. 

Autoconhecimento e o Findline

O programa FINDLINE, unido ao relatório FINDPASS, reúne 23 páginas de uma análise comportamental importante e fundamental para que alunos, pais e professores potencializem essas competências. Autoconsciência, autoestima, autoconfiança, equilíbrio emocional, desenvolvimento físico, atenção plena e a capacidade de reflexão, são medidas que poderão ser atendidas pelo FINDLINE.

Empatia, Cooperação e o Findline

Mais uma competência a ser potencializada pelo programa é a valorização da diversidade, alteridade (reconhecimento do outro), acolhimento de perspectivas, diálogo, convivência, colaboração e mediação de conflitos.

Responsabilidade, Cidadania e o Findline

O relatório do FINDPASS, além de fornecer mais de 50 características sobre o aluno levando a potencialização de diferentes competências, juntamente com os treinamentos em EAD oferecidos pelo programa FINDLINE, traz uma contribuição direta na ressignificação dos pontos a serem desenvolvidos.

FINDLINE: O relatório do FINDLINE, além de fornecer mais de 50 características sobre o aluno, levando-o a potencializar várias das competências citadas acima, também juntamente com os treinamentos em EAD, fornecidos pelo programa FINDLINE, contribuirá para ressignificação dos pontos a serem desenvolvidos, potencializando assim mais essa competência.

As competências gerais serão trabalhadas em cada uma das áreas de conhecimento – Linguagens, Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Ensino Religioso – e construídas por habilidades desenvolvidas a partir de atividades em sala de aula.

A proposta da BNCC é colocar o estudante como agente ativo da sua própria educação, fazendo com que ele saiba identificar problemas, compreender conceitos, propor soluções, interagir com os colegas de classe, argumentar e etc. Aprendizagens sintonizadas com as necessidades dos alunos, gerando maior engajamento e adequando-se aos desafios da sociedade atual.

Não existe uma hierarquia entre as 10 competências gerais. De acordo com o MEC, cada uma tem seu valor e todas se articulam para o desenvolvimento positivo da educação dos alunos. Na educação Infantil, por exemplo, os cinco campos de experiência – O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações – são o foco da aprendizagem, que deve se encaixar na proposta.

O enfoque das novas diretrizes citadas pelas 10 competências gerais da BNCC são como os novos fundamentos da educação brasileira, a fim de construir um ensino linear. Dessa forma, é legal também estimular os pais e responsáveis a lerem e conhecerem as novas propostas. Assim, todos estarão por dentro das novas mudanças, gerando uma harmonização, boa comunicação entre pais, escola e alunos e um excelente desenvolvimento pedagógico.

Para saber mais sobre a BNCC do Ensino Básicoacesse o site oficial.

Lições do filme ‘Duas Vidas’

ATENÇÃO! SÓ LEIA ESSE TEXTO DEPOIS DE ASSISTIR AO FILME!


Imaginem se tivéssemos a oportunidade que Russ teve? A oportunidade de poder rever nossa infância, conversando com nossa versão jovem e assim ajudá-la a ser melhor para, no futuro – o nosso presente – nos tornarmos adultos melhores?

E se eu dissesse que isso é possível! O que você faria?

O tema captado pela Walt Disney é simplesmente maravilhoso. Ele usa a fantasia que um encontro de um frustrado homem de negócios tem com sua versão mais nova, feliz e inocente. Imagine esse encontro para uma pessoa como Russ que sofreu traumas na infância influenciando-o a escolher uma postura mais séria do que o necessário para toda sua vida futura.

Não temos uma medida certa para o amadurecimento, mas podemos perceber o quanto as pessoas ficam mais sérias quando a idade vai aumentando. Elas dizem que agora podem ver como o mundo é cruel, os homens são injustos, viver custa muito dinheiro, contas para pagar… Mas será que isso é o necessário para nos fazer perder nossa pureza? Será que realmente devemos aparentar tanta maturidade?

Você se reconheceu nesse filme e com as escolhas que Russ fez? Também sofreu? Teve traumas? Decepções com os adultos em sua infância? Hoje em sua idade, percebe como os últimos anos passaram rápido? Retornar aos tempos idos pode ser uma bela forma de passar a vida a limpo. Alguns fatos da infância deixam marcas dolorosas, nem sempre lembradas, outros nos alegram só de lembrar. Fato é que somos produtos desses acontecimentos, bons e ruins, que nos ajudaram a ser quem somos agora. Também é verdadeiro dizer que a melhor forma de viver o presente é aceitá-lo como novo, atualizando nossas perspectivas diante das novidades que a vida traz a cada instante. Ao rever os fatos do passado, o protagonista sensibiliza-se diante de sua fragilidade de criança, que ao mesmo tempo trazia consigo valores genuínos e sonhos abandonados.

O filme sugere que alguns elementos da sua infância o fizeram adquirir uma conduta rígida quando adulto, a partir das qualidades presentes na criança que foram sufocadas. Seria diferente com cada um de nós? O que sou hoje, como escolho ou não a minha vida? Quem é que não tem um rascunho que precisa ser passado a limpo, uma criança interior que precisa de acolhimento ou uma dor infantil que precisa ser enfrentada? Isso me lembra os monstros gigantescos da infância, que não passavam de sombras de algum objeto ou gesto mínimo. A sensação infantil daquela grandiosidade permanece em nós até quando?
Não seria bom ter a oportunidade de dar a mão a nossa criança interior (esquecida ou desamparada) e juntos enfrentarmos o momento presente? “Duas vidas” apresenta um diálogo franco sobre escolhas entre o adulto e a criança, que um dia ele foi, com suas características pessoais.

O embate é entre a autenticidade infantil e os mecanismos de defesa que nos tornam sociáveis, entre as aspirações infantis e os desejos fabricados, entre as fantasias e as realidades cruéis, frustrantes, impactantes. Mas, será que tudo é assim tão oposto? Em DUAS VIDAS, o pequeno Rusty afirma: “Eu cresci e virei um fracassado”. Como sua visão de mundo se tornou tão diferente? O passado que está bloqueando AQUI, no presente, compromete o AGORA. Precisa ser atualizado, para que o presente possa acontecer, sendo aceito como parte do ser, capaz de fluir naturalmente AQUI E AGORA.

Muito do que ocorreu na infância pode ganhar novo sentido quando mudamos a perspectiva, a ótica infantil pode adquirir outros sentidos quando oportunamente revistos. As diferenças entre o que foi e o que está sendo, agora, podem disponibilizar novas experiências, por conseguinte, crescimento. O filme é uma metáfora do processo terapêutico, que nos oportuniza a possibilidade de resgatar nossa criança e integrar nossa existência. O passado vai pra seu lugar, sem deixar nunca de fazer parte do que somos hoje, através da aceitação de cada pedaço da nossa totalidade de ser. O reencontro de Russ com sua personalidade antes do trauma, trouxe lembranças e também a verdadeira conscientização que ele até então não havia tido: a de que ele não era culpado pela morte de sua mãe e deveria perdoar seu pai pelo momento de desespero ao acusa-lo injustamente disso.

Ao escolher relembrar os fatos que Russ fez tanta força para esquecer, ele decidiu também por buscar soluções que sempre carregou dentro de si mesmo. E a simples descoberta foi que a resposta para todas era o perdoar. O perdão limpou sua alma e sua história de sofrimento e auto cobranças por uma postura sempre séria e responsável.


As duas lições para aprender com esse filme:
  • Buscar sempre uma visão mais clara do seu passado, pois ela na maioria dos casos pode resolver tranquilamente seus problemas atuais.
  • Perdoar PRA VALER qualquer pessoa ou acontecimento do passado ou presente o quanto antes, para assim poder continuar sua vida deixando todo o espaço possível para vivenciar o que está acontecendo agora.

Comunidade Escolar e Coach: é possível andarem juntos?

Esse assunto é muito novo e há muitas discussões em volta dessa área, e quero colocar aqui o posicionamento de uma outra profissional, além de mim que discute a cerca desse assunto pouco debatido. O texto em questão intitulado Coaching nas escolas: uma luz ao longo do túnel, escrito por Mafalda Lapa, retirado do site Observador.pt, que discute o papel da escola no processo ensino-aprendizagem na perspectiva do Coaching. Vale muito a pena essa leitura para uma ampliação de visão de mundo nesse aspecto. Boa Leitura!

caderno de apontamentos

Coaching nas escolas: uma luz ao longo do túnel

  • Mafalda Lapa

4/7/2019, 0:03

Não acredito em “maus alunos” nem em “alunos incapazes”. Acredito que há alunos que ainda não descobriram o seu potencial. Somos todos diferentes, mas a escola trata, demasiadas vezes, todos por igual

A escola é um local onde se aprende, se descobrem vocações e se esboça o futuro. Se ajudamos os alunos a aprender, porque não ajudamos também a traçarem o seu próprio caminho?

A escola deve ser um lugar onde a informação se transforma em conhecimento com significado útil para a vida académica, profissional e pessoal, mas isso nem sempre acontece. Com projetos construídos pelos alunos, aulas alicerçadas nas vivências e experiências de cada um, e a exigência aliada ao respeito, conseguiremos ter alunos motivados, empenhados em construir um percurso profissional sólido, flexível e próprio. Só assim conseguiremos criar cidadãos conscientes e ativos na mudança.

Os jovens passam a maior parte do dia na escola e são frequentemente os professores que se apercebem das necessidades dos alunos. Nas escolas, deparamo-nos muitas vezes com resultados escolares insuficientes, alunos alheados, que não entendem o propósito das aulas, que estão sistematicamente cansados e desmotivados, distraindo-se facilmente. Não se acham suficientemente competentes em algumas disciplinas (quem nunca ouviu a expressão “eu não sou bom a matemática” ou “eu não consigo fazer uma apresentação à frente da turma”?) e, por isso, não se sentem encorajados a aprender. A falta de autoestima de muitas crianças e adolescentes também os torna menos capazes, conduzindo muitas vezes a um grande sofrimento que, ora extravasa sob a forma de comportamentos agressivos e inadequados, ora se manifesta através de um silêncio profundo e de uma espiral de onde o aluno, sozinho, não consegue sair. Mas precisamos de crianças e jovens conscientes, empenhados no seu percurso e felizes, para que isso se reflita também na sociedade. O que podemos fazer?

Sou professora e coach. Dinamizo aulas de desenvolvimento pessoal na escola onde leciono. É uma das atividades mais transformadoras a que me dedico no Gabinete de Integração do Aluno (GuIA). Foi uma das estratégias que encontrei para ajudar os alunos. Não acredito em “maus alunos” nem em “alunos incapazes”. Acredito que há alunos que ainda não descobriram o seu potencial. Somos todos diferentes, mas a escola trata, demasiadas vezes, todos por igual. No mercado de trabalho pretende-se que tenhamos funções adaptadas ao nosso perfil mas, na escola, isso poucas vezes acontece. Neste gabinete os alunos são atendidos de forma personalizada, e os problemas de cada um transformam-se em desafios que o próprio irá resolver. Existem também projetos de grupo que pretendem dar sentido ao que se aprende na escola. Nestes projetos é dada responsabilidade aos alunos que trabalham de forma colaborativa, estimulando o pensamento crítico, a curiosidade, a capacidade de resolver problemas e conflitos, a empatia, a gratidão. Ouvimos os nossos alunos e, quando sentimos que precisam de aprender sobre alguma temática que não se aprende usualmente na escola, oferecemos formação nessa área. Estas áreas abrangem temas variados como, por exemplo, como estudar (os alunos não nascem a saber estudar) e como comunicar (aprendemos a falar na infância, mas comunicar é muito mais que falar), ou o que distingue as pessoas com sucesso das que não o conseguem, entre muitos outros.

A existência de sessões de coaching na escola permite que os adolescentes se tornem ativos na gestão do seu percurso e eficientes na transformação da sua vida pessoal e académica. A minha experiência com várias centenas de jovens com quem já trabalhei, em gabinete, é que um processo de reflexão assistida por um coach pode apresentar vantagens significativas. Pode ajudar a desbloquear crenças que impedem o aluno de progredir (foi o que aconteceu com o João, um aluno que não conseguia fazer apresentações aos colegas que, no final de 10 sessões, pediu para dar uma palestra para a escola e está, neste momento, a frequentar um curso universitário onde a comunicação é essencial). Pode aumentar competências de planeamento e organização que os alunos vão usar na sua vida académica e também, mais tarde, na profissional (foi o que aconteceu com o Miguel, que tinha resultados baixos porque não se organizava para incluir momentos de estudo intercalados nos de lazer e, não só acabou o secundário com uma média brilhante, como ainda hoje, no mercado de trabalho, usa as ferramentas que aprendeu). Contribui, sobretudo, para o aluno se conhecer melhor, ter noção de onde está, para onde quer ir e do que fazer para lá chegar.

Já vi como o processo de coaching pode manter os alunos motivados, ensinar a aprender mais depressa e a reter o que aprendem (foi o caso da Maria, que estudava muitas horas mas não tinha resultados, e passou a estudar menos mas de forma mais eficiente). Alguns alunos desenvolvem significativamente a capacidade de priorizar tarefas e atividades de forma mais eficaz. Outros aprendem a vencer o vício da procrastinação (como o caso do Salvador que, cada vez que tinha um teste, punha em dia temporadas seguidas da sua série preferida). O coaching é uma prática que pode ser levada às escolas à semelhança do que começa a acontecer no ensino superior e tecido empresarial. E a Autonomia e Flexibilidade Curricular são um excelente habitat para isso acontecer.

O coaching é uma ferramenta que pode ajudar os alunos no presente e no futuro. O Fórum Económico Mundial prevê que ainda não existem 65% das profissões que serão desempenhadas pelos alunos que entraram na escolaridade obrigatória em 2016. Prevê também que, em média, os nossos jovens terão 7 empregos e até 3 funções diferentes ao longo da vida. Acredito que, no futuro, os alunos tenham mais liberdade para escolher os projetos/ conteúdos que querem abordar e mais responsabilidade a moldar o seu futuro. Provavelmente vão escolher as atividades em que querem participar, aprender de forma personalizada com experiências no terreno (estágios e trabalho com profissionais de várias áreas), envolvendo-se ativamente na construção do seu percurso. A existência de um coach que os acompanhe, desafie e apoie poderá ser uma ferramenta determinante. Nessa altura, é minha crença que teremos níveis de insucesso mais baixos, crianças e jovens criativos, verdadeiramente inspirados e capazes de mudar o mundo para melhor. Porque não começar já hoje a trabalhar para esse futuro?

Princípios para o Sucesso

De origens humildes, Ray Dalio cresceu e se tornou um dos investidores mais bem-sucedidos da atualidade. Conhecido como Steve Jobs dos investimentos, montou sua empresa, Bridgewater Associates, em 1975, a qual ele tocava de seu pequeno apartamento de dois quartos em Nova Iorque. Anos mais tarde, ela se tornou a maior empresa de proteção de investimentos (hedge), administrando US$ 160 bilhões. Sua empresa ganhou mais dinheiro para seus investidores do que qualquer concorrente na história. 

Atualmente, sua fortuna está estimada em aproximadamente US$ 17,7 bilhões, o que faz dele um dos homens mais ricos do mundo. E, ainda, Dalio foi nomeado como um dos 100 indivíduos mais proeminentes no planeta nos últimos anos, pela revista Time.

Dalio definiu para si e para toda a sua equipe alguns princípios que, para ele, são a chave de todo sucesso. Esses princípios permitiram que a empresa prosperasse e se mostraram fundamentais em sua jornada, razão pela qual ele os descreveu em seu livro “Princípios: vida e trabalho”, onde transmitiu vários aprendizados e, também, sua maior lição, que foi compreender que existem princípios que regem, não apenas nossa vida, mas também o universo.

Recentemente, esses princípios foram também resumidos em uma ultra minissérie animada de 30 minutos e 8 episódios, na qual o conteúdo do livro é abordado, revelando quais são os seus princípios para o sucesso. Além do conteúdo ser riquíssimo, a produção é muito bem feita. Como não havia o conteúdo em Português, a Line Coaching fez a dublagem para facilitar seu entendimento, mas se você preferir assisti-lo em inglês, basta clicar aqui.