EDUCAÇÃO PAUTADA EM PILARES

Segundo a Unesco, a Educação está embasada em 4 Pilares:

Aprender a SER

Aprender a CONVIVER

Aprender a CONHECER

Aprender a FAZER

E não parece ser por acaso que SER e CONVIVER estão à frente de Conhecer e Fazer.

É definitivo que o mundo vê nos jovens a mudança que se busca diariamente, assim como é ponto pacífico que isso só poderá ser proporcionado através da Educação.

Desde 2016 no Brasil falamos de Competências Socioemocionais:

As Competências Socioemocionais incluem um conjunto de habilidades que cada pessoa tem para lidar com as suas próprias emoções, relacionar-se com os outros e gerenciar objetivos de vida, como autoconhecimento, colaboração e resolução de problemas. Essas competências são utilizadas cotidianamente nas diversas situações da vida e integram o processo de cada um para aprender a conhecer, aprender a conviver, aprender a trabalhar e aprender a ser. Ou seja, fazem parte da formação integral e do desenvolvimento de todos. Fonte.

Juntamente com o Instituto Ayrton Senna, o Estado de São Paulo a partir de 2018 está trabalhando com um projeto piloto, vislumbrando uma revolução no ambiente educacional.

Essa ideia nasceu em 2016 no Fórum Internacional promovido pelo Ministério da Educação – MEC, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Instituto Ayrton Senna. Nesse evento foi lançando um programa de formação de pesquisadores e professores no campo das Competências não Cognitivas para estimular o debate sobre as competências socioemocionais. Fonte.

O fato é, que desde 2016 o nosso país “acordou” para dar atenção, fixar os olhos e ouvir atentamente o “grito” silencioso de socorro de milhares de jovens perdidos, humilhados, não aceitos, depressivos e cada vez menos conhecedores das suas próprias capacidades, talentos e competências. Sabem mais sobre como passar na próxima fase do jogo virtual, do que passar de fase no “jogo da vida”, são bem preparados para tirar 10 na próxima prova, do que tirar 10 na “prova da vida”.

E foi exatamente pela percepção de Competências Cognitivas e não Cognitivas que a Line Coaching lançou o ‘FINDLINE EDUCACIONAL’ – Programa de Análise Comportamental e Inteligência Emocional,  certificado como inovador pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos, é uma empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas), pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e também validado pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), USP (Universidade de São Paulo) e FUNDEP (Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) é uma entidade de direito privado que, desde 1975, presta serviços à sociedade na gestão de recursos de projetos de interesse público ou coletivo e apoia a Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG). 

O programa oferecerá para instituições de ensino informações importantíssimas sobre as habilidades socioemocionais do aluno.

Em menos de 7 minutos, o FINDLINE entrega mais de 50 informações, capaz de traduzir o silêncio dos que não falam e a agitação que existe dentro dos processos comportamentais de quem não se conhece por completo.

Apresentamos aos pais, professores, diretores, coordenadores, alunos e afins uma revolução no modo de avaliação e autoconhecimento, através de uma métrica com mais de 97% de assertividade, ou seja, desenvolvemos e antecipamos a capacidade não só de identificar, qualificar e compreender os jovens, mas um projeto que ganha voz, que prevê doenças emocionais, muitas com consequências lamentáveis e irreparáveis.

O FINDLINE está apto para ensinar, treinar e capacitar o corpo docente, discente, pais e tutores, para conversarem entre si de forma harmoniosa, entendendo o indivíduo de forma única, clara e descomplicada.

EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21

Mais exercícios, repetição e testes podem até resultar em uma nota maior, mas não prepararão o aluno de forma integral e muito menos darão conta de desenvolver todas as competências que ele necessita para enfrentar os desafios do século 21. Enquanto o mundo abre espaço e cobra que os jovens sejam protagonistas do seu próprio desenvolvimento e de suas comunidades, o ensino tradicional ainda responde com modelos criados para atender demandas antigas. A realidade é que o ser humano é definitivamente complexo e para desenvolvê-lo de maneira completa, é necessário incorporar estratégias de aprendizagem mais flexíveis e abrangentes.

Uma das saídas para reconectar o indivíduo ao mundo onde vive, passa pelo desenvolvimento de Competências Socioemocionais. Nesse processo, tanto crianças como adultos aprendem a colocar em prática as melhores atitudes e habilidades para controlar emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável, entre outros. Uma abordagem como essa pode ajudar, por exemplo, na elaboração de práticas pedagógicas mais justas e eficazes, além de explicar por que crianças de um mesmo meio social vão trilhar um caminho mais positivo na vida, enquanto outras, não.

Longe de ser um modismo, a preocupação com o desenvolvimento dessas características sempre foi objetivo da educação e precisa ser entendido como um processo de formação integral, que não se restringe à transmissão de conteúdos. Então o que muda? Para que consiga alcançar esse propósito, a inclusão de Competências Socioemocionais na educação precisa ser intencional.

“Estamos falando de uma mudança de cultura, de compreensão de vida, do que a gente acredita que é o ser humano, o conhecimento, a aprendizagem e de qual é o papel da escola”, explica Anita Abed, consultora da Unesco (organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura). “O conhecimento em si deve ser amplamente significativo e prazeroso, algo da ordem socioemocional”, diz.

A nova visão não implica em deixar de lado o grupo de competências conhecidas como cognitivas (interpretar, refletir, pensar abstratamente, generalizar aprendizados), até porque elas estão relacionadas estreitamente com as socioemocionais.

Pesquisas revelam que alunos que têm Competências Socioemocionais mais desenvolvidas apresentam maior facilidade de aprender os conteúdos acadêmicos. No livro “Uma questão de caráter” (Intrínseca, 272 pág), o escritor e jornalista americano Paul Tough vai além e coloca que o sucesso no meio universitário não está ligado ao bom desempenho na escola, mas sim à manifestação de características como otimismo, resiliência e rapidez na socialização. O livro ainda explica que Competências Socioemocionais não são inatas e fixas: “elas são habilidades que você pode aprender,  praticar e ensinar”, seja no ambiente escolar ou dentro de casa.

BNCC: O que eu preciso saber?

A BNCC é um documento oficial que orientará os currículos escolares das redes pública e privada do Brasil. A Base traz os conhecimentos essenciais, as competências e habilidades pretendidas para os estudantes em cada etapa da Educação Básica, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio

BNCC não tem pretensão de ser um currículo, mas visa a orientar a construção do currículo pedagógico, inclusive dando abertura a particularidades regionais, sociais e metodológicas de cada escola.

Em poucas palavras, a BNCC define os objetivos da aprendizagem, enquanto o currículo determina como esses objetivos serão atingidos.

Essas informações são importantíssimas para que o representante FINDLINE possa mostrar ao seu prospecto, o quanto nosso programa poderá ajudar a por em prática as competências gerais estabelecidas pela BNCC.

As competências gerais da BNCC e o programa Findline.

A Base Nacional Comum Curricular foi desenvolvida para servir como orientação para o corpo docente de escolas de Ensino Básico, consiste em aprendizagens essenciais expressas em 10 competências gerais, que definem a base educacional norteada de caminhos pedagógicos.

As 10 competências gerais foram definidas e desenvolvidas de forma integrada a partir dos direitos éticos, estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais para a vida no século XXI.

É fundamental o preparo do professor e da equipe didática para o aprofundamento da base, o programa FINDLINE, facilita a compreensão e a aplicabilidade destas competências:

Comunicação e o Findline

Essa competência poderá ser potencializada quando entendermos que o perfil comportamental de cada pessoa está intimamente associado a sua forma de comunicação. Conhecer seu perfil comportamental e os perfis das pessoas que estão a sua volta, potencializam as expressões de ideias, opiniões, emoções, sentimentos e compartilhamento de experiências com diferentes interlocutores.

Projeto de Vida e o Findline

O programa FINDLINE poderá ser um grande aliado para o fortalecimento dessa competência, os índices apresentados darão pistas de como o aluno está no momento diante das dimensões e sub dimensões relacionados a essa competência.

Argumentação e o Findline.

O programa FINDLINE também contribui para o aprimoramento da argumentação, além dos índices, os gráficos de talento e competências, servem como orientações importantes para o aluno potencializar essa competência. 

Autoconhecimento e o Findline

O programa FINDLINE, unido ao relatório FINDPASS, reúne 23 páginas de uma análise comportamental importante e fundamental para que alunos, pais e professores potencializem essas competências. Autoconsciência, autoestima, autoconfiança, equilíbrio emocional, desenvolvimento físico, atenção plena e a capacidade de reflexão, são medidas que poderão ser atendidas pelo FINDLINE.

Empatia, Cooperação e o Findline

Mais uma competência a ser potencializada pelo programa é a valorização da diversidade, alteridade (reconhecimento do outro), acolhimento de perspectivas, diálogo, convivência, colaboração e mediação de conflitos.

Responsabilidade, Cidadania e o Findline

O relatório do FINDPASS, além de fornecer mais de 50 características sobre o aluno levando a potencialização de diferentes competências, juntamente com os treinamentos em EAD oferecidos pelo programa FINDLINE, traz uma contribuição direta na ressignificação dos pontos a serem desenvolvidos.

FINDLINE: O relatório do FINDLINE, além de fornecer mais de 50 características sobre o aluno, levando-o a potencializar várias das competências citadas acima, também juntamente com os treinamentos em EAD, fornecidos pelo programa FINDLINE, contribuirá para ressignificação dos pontos a serem desenvolvidos, potencializando assim mais essa competência.

As competências gerais serão trabalhadas em cada uma das áreas de conhecimento – Linguagens, Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Ensino Religioso – e construídas por habilidades desenvolvidas a partir de atividades em sala de aula.

A proposta da BNCC é colocar o estudante como agente ativo da sua própria educação, fazendo com que ele saiba identificar problemas, compreender conceitos, propor soluções, interagir com os colegas de classe, argumentar e etc. Aprendizagens sintonizadas com as necessidades dos alunos, gerando maior engajamento e adequando-se aos desafios da sociedade atual.

Não existe uma hierarquia entre as 10 competências gerais. De acordo com o MEC, cada uma tem seu valor e todas se articulam para o desenvolvimento positivo da educação dos alunos. Na educação Infantil, por exemplo, os cinco campos de experiência – O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações – são o foco da aprendizagem, que deve se encaixar na proposta.

O enfoque das novas diretrizes citadas pelas 10 competências gerais da BNCC são como os novos fundamentos da educação brasileira, a fim de construir um ensino linear. Dessa forma, é legal também estimular os pais e responsáveis a lerem e conhecerem as novas propostas. Assim, todos estarão por dentro das novas mudanças, gerando uma harmonização, boa comunicação entre pais, escola e alunos e um excelente desenvolvimento pedagógico.

Para saber mais sobre a BNCC do Ensino Básicoacesse o site oficial.

Comunidade Escolar e Coach: é possível andarem juntos?

Esse assunto é muito novo e há muitas discussões em volta dessa área, e quero colocar aqui o posicionamento de uma outra profissional, além de mim que discute a cerca desse assunto pouco debatido. O texto em questão intitulado Coaching nas escolas: uma luz ao longo do túnel, escrito por Mafalda Lapa, retirado do site Observador.pt, que discute o papel da escola no processo ensino-aprendizagem na perspectiva do Coaching. Vale muito a pena essa leitura para uma ampliação de visão de mundo nesse aspecto. Boa Leitura!

caderno de apontamentos

Coaching nas escolas: uma luz ao longo do túnel

  • Mafalda Lapa

4/7/2019, 0:03

Não acredito em “maus alunos” nem em “alunos incapazes”. Acredito que há alunos que ainda não descobriram o seu potencial. Somos todos diferentes, mas a escola trata, demasiadas vezes, todos por igual

A escola é um local onde se aprende, se descobrem vocações e se esboça o futuro. Se ajudamos os alunos a aprender, porque não ajudamos também a traçarem o seu próprio caminho?

A escola deve ser um lugar onde a informação se transforma em conhecimento com significado útil para a vida académica, profissional e pessoal, mas isso nem sempre acontece. Com projetos construídos pelos alunos, aulas alicerçadas nas vivências e experiências de cada um, e a exigência aliada ao respeito, conseguiremos ter alunos motivados, empenhados em construir um percurso profissional sólido, flexível e próprio. Só assim conseguiremos criar cidadãos conscientes e ativos na mudança.

Os jovens passam a maior parte do dia na escola e são frequentemente os professores que se apercebem das necessidades dos alunos. Nas escolas, deparamo-nos muitas vezes com resultados escolares insuficientes, alunos alheados, que não entendem o propósito das aulas, que estão sistematicamente cansados e desmotivados, distraindo-se facilmente. Não se acham suficientemente competentes em algumas disciplinas (quem nunca ouviu a expressão “eu não sou bom a matemática” ou “eu não consigo fazer uma apresentação à frente da turma”?) e, por isso, não se sentem encorajados a aprender. A falta de autoestima de muitas crianças e adolescentes também os torna menos capazes, conduzindo muitas vezes a um grande sofrimento que, ora extravasa sob a forma de comportamentos agressivos e inadequados, ora se manifesta através de um silêncio profundo e de uma espiral de onde o aluno, sozinho, não consegue sair. Mas precisamos de crianças e jovens conscientes, empenhados no seu percurso e felizes, para que isso se reflita também na sociedade. O que podemos fazer?

Sou professora e coach. Dinamizo aulas de desenvolvimento pessoal na escola onde leciono. É uma das atividades mais transformadoras a que me dedico no Gabinete de Integração do Aluno (GuIA). Foi uma das estratégias que encontrei para ajudar os alunos. Não acredito em “maus alunos” nem em “alunos incapazes”. Acredito que há alunos que ainda não descobriram o seu potencial. Somos todos diferentes, mas a escola trata, demasiadas vezes, todos por igual. No mercado de trabalho pretende-se que tenhamos funções adaptadas ao nosso perfil mas, na escola, isso poucas vezes acontece. Neste gabinete os alunos são atendidos de forma personalizada, e os problemas de cada um transformam-se em desafios que o próprio irá resolver. Existem também projetos de grupo que pretendem dar sentido ao que se aprende na escola. Nestes projetos é dada responsabilidade aos alunos que trabalham de forma colaborativa, estimulando o pensamento crítico, a curiosidade, a capacidade de resolver problemas e conflitos, a empatia, a gratidão. Ouvimos os nossos alunos e, quando sentimos que precisam de aprender sobre alguma temática que não se aprende usualmente na escola, oferecemos formação nessa área. Estas áreas abrangem temas variados como, por exemplo, como estudar (os alunos não nascem a saber estudar) e como comunicar (aprendemos a falar na infância, mas comunicar é muito mais que falar), ou o que distingue as pessoas com sucesso das que não o conseguem, entre muitos outros.

A existência de sessões de coaching na escola permite que os adolescentes se tornem ativos na gestão do seu percurso e eficientes na transformação da sua vida pessoal e académica. A minha experiência com várias centenas de jovens com quem já trabalhei, em gabinete, é que um processo de reflexão assistida por um coach pode apresentar vantagens significativas. Pode ajudar a desbloquear crenças que impedem o aluno de progredir (foi o que aconteceu com o João, um aluno que não conseguia fazer apresentações aos colegas que, no final de 10 sessões, pediu para dar uma palestra para a escola e está, neste momento, a frequentar um curso universitário onde a comunicação é essencial). Pode aumentar competências de planeamento e organização que os alunos vão usar na sua vida académica e também, mais tarde, na profissional (foi o que aconteceu com o Miguel, que tinha resultados baixos porque não se organizava para incluir momentos de estudo intercalados nos de lazer e, não só acabou o secundário com uma média brilhante, como ainda hoje, no mercado de trabalho, usa as ferramentas que aprendeu). Contribui, sobretudo, para o aluno se conhecer melhor, ter noção de onde está, para onde quer ir e do que fazer para lá chegar.

Já vi como o processo de coaching pode manter os alunos motivados, ensinar a aprender mais depressa e a reter o que aprendem (foi o caso da Maria, que estudava muitas horas mas não tinha resultados, e passou a estudar menos mas de forma mais eficiente). Alguns alunos desenvolvem significativamente a capacidade de priorizar tarefas e atividades de forma mais eficaz. Outros aprendem a vencer o vício da procrastinação (como o caso do Salvador que, cada vez que tinha um teste, punha em dia temporadas seguidas da sua série preferida). O coaching é uma prática que pode ser levada às escolas à semelhança do que começa a acontecer no ensino superior e tecido empresarial. E a Autonomia e Flexibilidade Curricular são um excelente habitat para isso acontecer.

O coaching é uma ferramenta que pode ajudar os alunos no presente e no futuro. O Fórum Económico Mundial prevê que ainda não existem 65% das profissões que serão desempenhadas pelos alunos que entraram na escolaridade obrigatória em 2016. Prevê também que, em média, os nossos jovens terão 7 empregos e até 3 funções diferentes ao longo da vida. Acredito que, no futuro, os alunos tenham mais liberdade para escolher os projetos/ conteúdos que querem abordar e mais responsabilidade a moldar o seu futuro. Provavelmente vão escolher as atividades em que querem participar, aprender de forma personalizada com experiências no terreno (estágios e trabalho com profissionais de várias áreas), envolvendo-se ativamente na construção do seu percurso. A existência de um coach que os acompanhe, desafie e apoie poderá ser uma ferramenta determinante. Nessa altura, é minha crença que teremos níveis de insucesso mais baixos, crianças e jovens criativos, verdadeiramente inspirados e capazes de mudar o mundo para melhor. Porque não começar já hoje a trabalhar para esse futuro?